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| Afinal a Ribeira Grande tem trilhos... https://www.trailaventura.pt/viewtopic.php?f=81&t=15347 |
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| Autor: | BRUNO BOTELHO [ 02 jul 2010 07:42 ] |
| Assunto da Mensagem: | Afinal a Ribeira Grande tem trilhos... |
Domingo passado, Eu, o Miranda, o Pedro e o Nuno juntamo-nos novamente no local do costume, para mais um passeio de carácter “off-road” pelos belos trilhos Micaelenses. ![]() As condições meteorológicas não estavam as melhores, havendo muita humidade no ar e ameaçã de chuva, já para não falar que no dia antes tinha chovido bastante. Portanto, pó era coisa que não ia surgir ou incomodar. Venha a lama!!! Desta vez e indecisos quanto ao destino, decidimos ir para o lado norte, mais concretamente a Ribeira Grande, apesar de partida nos parecer um passeio curto e com poucas novidades. Mas estavamos tão enganados… Ok, fizemo-nos à estrada e optamos por fazer um pequeno aquecimento ao “esqueleto” através de alguns percursos secundários situados nas laterais da via rápida. ![]() ![]() ![]() ![]() Percursos muito acessíveis e que serviram para despertar e aquecer aos poucos os músculos. Da minha parte, detesto começar logo em trilhos exigentes, pois por vezes parece que ainda não despertei ou não estou 100% à vontade para “atacar”. ![]() ![]() Mas as facilidades foram breves e em pouco tempo já estavamos na zona do Pico do Fogo, prontos para devorar o percurso TT que se situa perto da zona industrial da Marques. ![]() Este percurso situa-se numa mata, com muita vegetação no seu ínicio e, dado o dia que estava, muita humidade. Outra particularidade é o seu piso, ou seja, super irregular, com muita pedra e alguns troncos soltos, partes mais moles que outras e muitos altos e baixos que aliados às pedras exigem um pouco mais das suspensões, já para não falar dos braços. Fixe! ![]() Contudo, neste percurso basta uma hesitação, distracção ou mesmo um desíquilibrio para se provar a terra, não é Pedro? ![]() No meu caso, bastou falhar uma transposição de uma zona mais alta para me colocar em trabalhos, ou seja, quando tentava ultrapassar uma zona mais alta e de pedra, abusei um pouco mais do acelerador e cavei um buraco, impossibilitando-me de tomar aquela direcção: ![]() É o poder do LC8, fazer o quê??? Bem, toma-se outra alternativa! ![]() Outros “artistas” dedicam-se à fotografia no meio do mato: ![]() O Nuno é que estava no céu com a sua NX4, ou seja, mota leve, com pouco volume e fácil de levar nas zonas mais irregulares: ![]() Um pouco mais à frente, a Adventure do Miranda teve uma crise de sono e decidiu dormir um pouco: ![]() Digamos que o Miranda caiu exactamente na zona onde já caí, ou seja, uma zona com uma vala mais acentuada no meio e que leva a que a maior parte do pessoal tome as laterais da vala, que ficam mais altas, mas que em caso de desíquilibrio para o interior da vala, fica-se muito alto e não se consegue colocar o pé no chão. Resultado, pausa para descanso. Este percurso no meio do mato é muito bonito e oferece uma sensação de liberdade e isolamento. Gosto!!! ![]() A “fera” pronta a atacar: ![]() O Nuno sempre nas calmas: ![]() ![]() E pausa para descanso e colocar a LC4 do Pedro em funcionamento através de “kick”, já que a menina estava a recusar-se ao arranque eléctrico: ![]() O curioso da história do arranque eléctrico é que na queda do Pedro a torneira de gasolina ficou na praticamente na posição de fechada, dificultando a entrada em funcionamento. E eu que não tinha mais nada que fazer, não verifiquei primeiro a torneira de gasolina e decidi exercitar a perna esquerda De volta à aventura, fizemos o resto desta mata e tomamos alguns percursos em direcção ao nosso objectivo principal, a Ribeira Grande. Miranda em grande estilo e apanhado pela GOPRO: ![]() ![]() Já na Ribeira Grande, passagem pela zona Geotérmica, com direito a travessia de algumas pequenas ribeiras: ![]() ![]() O pessoal gosta é disto: ![]() ![]() ![]() A partir daqui tomamos mais alguns percursos conhecidos e acessíveis, sempre na busca de novos trilhos, dado que por vezes passamos por alguns acessos que pensamos não ir dar a lado nenhum, quando afinal de contas levam-nos a zonas da ilha muito interessantes. ![]() ![]() E assim foi! Encontramos alguns acessos que nunca tinhamos explorado e aventuramo-nos nos mesmos. Contudo, alguns não tinham saída e obrigaram-nos a algums inversões de marcha mais apertadinhas e trabalhosas: ![]() …mas alguns de nós depararam-se com algumas surpresas, nomeadamente uma zona muito rica em lama tipo “manteiga”, ou seja, super fina e escorregadia. ![]() ![]() É que mesmo com pneus com piso bom e com cuidado com o acelerador, não havia forma de se conseguir subir, era um tal andar com a roda no mesmo sítio e escorregar. ![]() O melhor mesmo foi ajudar na manobra de inversão de marcha, enquanto que outros se entretiam a fotografar: ![]() Ainda bem que não conseguimos progredir mais, pois após nos cruzar-mos com um Lavrador e suas vacas, fomos informados que aquele trilho não tinha saída. ![]() De volta ao percurso principal, voltamos a encontrar mais alguns acessos interessantes, mas desta vez com saída e com algumas passagens muito entusiasmantes, incluindo mais mata, lama e alguma chuva à mistura. ![]() ![]() Alguns dos percursos que atravessamos são, muitas vezes, utilizados pelos donos das pastagens que por ali abundam e, como tal, possuem muitas vezes cães a guardar as mesmas, os quais nos causam muitas vezes algumas surpresas e sustos. ![]() Quando demos por nós, estavamos a encontrar cada vez mais novos trilhos e cada vez melhores. Aliás, quando demos por nós já estavamos a desbravar trilhos na zona da Coroa da Mata na Ribeira Grande, zona até agora desconhecida para nós. ![]() Não há nevoeiro e humidade que retire a boa disposição a este grupo: ![]() E seguiram-se mais e bons percursos! ![]() ![]() ![]() Os novos percursos que descobrimos na Ribeira Grande estavam a ser uma delícia, quer por toda a envolvência da natureza, quer pelo próprio piso, permitindo, por vezes, um andamento mais ligeiro, apesar de algumas irregularidades e zonas mais escorregadias, que nos causaram algumas dificuldades de tracção. ![]() ![]() ![]() ![]() Após alguns e bons kms, chegamos ao fim desta zona magnífica e fomos tomar um cafézinho à praia do Porto Formoso: ![]() ![]() Belezas locais: ![]() ![]() A vida é feita de pequenos prazeres e andar de mota e conviver com bons e grandes amigos são apenas alguns destes pequenos prazeres. ![]() Após este belíssimo cafézinho, rumamos novamente aos maus caminhos, desta vez com o objectivo de passarmos pela Lagoa de São Brás e zona da Gorreana. ![]() ![]() ![]() O trilho final de acesso à Lagoa de São Brás é muito fixe, pois é super estreito e com a vegetação mais concentrada, mas com um piso algo traiçoeiro, ou seja, super escorregadio, devido a alguma lama disfarçada no meio da erva: ![]() O Miranda e o seu humor contagiante e sempre pronto para atacar estes trilhos mais traiçoeiros: ![]() Antes de iniciarmos a descida final para a Lagoa de São Brás, houve que desviar 2 fios que se encontravam a limitar a passagem, não para nós, mas sim para vacas: ![]() Uma descida curta, mas com uma vala um pouco acentuada e a exigir mais atenção: ![]() ![]() ![]() ![]() O Pedro sempre em forma: ![]() ![]() ![]() E chegada à pequena praia da Lagoa de São Brás: ![]() A minha mota estava um pouco suja e já estava a precisar de um banho, por isso, banho com ela! ![]() ![]() São estas pequenas aventuras e maluquices que tornam estes passeios inesquecíveis e diferentes. ![]() Depois do banho e de panhar uma grande molha, onde não escapou nada, era tempo de rumar a casa. Pelo caminho ainda houve tempo para o Miranda se meter em atalhos e em trabalhos: ![]() Achou que aquela pastagem era mais rápida e segura, de forma a evitar uma zona de água, mas no entanto, a pastagem estava super húmida e mole, provocando um quase atascanso. Que sorte a dele e que vida negra para a embraiagem da sua mota. ![]() O regresso a casa foi marcado por muito nevoeiro e muita chuva, obrigando-nos a circular com precaução, pois estavamos a sentir algumas dificuldades de visão, devido à chuva que se fazia sentir. Mas devagarinho lá nos safamos. Foi um excelente passeio, que nos ajudou a conhecer um pouco melhor os trilhos da Ribeira Grande, local que até agora nos parecia pouco fértil em trilhos acessíveis. Mas estavamos tão enganados… O vídeo do passeio, que está sem áudio, dado que o YouTube cortou, devido a direitos de autores... Fiz lá o "AudioSwap", mas até agora não surgiu nada..., fico lixado... Enfim, foi muito bom e já tou com vontade de explorar um pouco melhor esta zona. Alguém falou em Monte Escuro??? Boas Curvas! |
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| Autor: | Miguel [ 02 jul 2010 07:51 ] |
| Assunto da Mensagem: | Re: Afinal a Ribeira Grande tem trilhos... |
Que inveja Bruno!!! Caminhos à maneira! Obrigado por partilhares
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| Autor: | Paulo Monteiro [ 02 jul 2010 09:10 ] |
| Assunto da Mensagem: | Re: Afinal a Ribeira Grande tem trilhos... |
Mais uma vez... muito bom |
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| Autor: | Mauro Adventure [ 02 jul 2010 09:19 ] |
| Assunto da Mensagem: | Re: Afinal a Ribeira Grande tem trilhos... |
Afinal que está 'ilhado' somos nós com poeira para todo lado. Gostei do lava-jacto de vocês Grande volta, imagens show (tambem com essas paisagens...). |
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| Autor: | Rui Puga [ 02 jul 2010 09:23 ] |
| Assunto da Mensagem: | Re: Afinal a Ribeira Grande tem trilhos... |
Muito bom!
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| Autor: | Mzinha [ 02 jul 2010 14:39 ] |
| Assunto da Mensagem: | Re: Afinal a Ribeira Grande tem trilhos... |
Bruno... Mais uma vez em grande!!
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| Autor: | morais [ 04 jul 2010 22:16 ] |
| Assunto da Mensagem: | Re: Afinal a Ribeira Grande tem trilhos... |
és o maior nada como ver umas fotos dessas ainda com lama e agua... aqui está um calor terrível
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