E lá vinha o Rui nas calmas:

O Nelson não conseguiu efectuar a subida, pois a sua KTM estava, imagine-se, com os 2 penus gastos.

O pneu traseiro estava num estado que não permitia qualquer tipo de tracção…

Não valia a pena isistir, porque a KTM só estava a aquecer em demasia nas tentativas de subida e o Nelson estava a cansar-se em desnecessariamente.

Voltamos para trás e tomamos um trilho alternativo, ou seja, a mata na lateral da subida em cascalho, igualmente em sentido ascendente, mas com o piso a ser uma mistura de cascalho com raízes e vegetação.


Aqui o Nelson safou-se melhor, mas ainda assim deu alguma luta aos pneus gastos dele:


Quanto ao Rui, estava a safar-se na boa, pois os obstáculos encontrados eram bricadeira de crianças para a Montesa dele.


A partir daqui surgiram problemas para mim e para o rui, ou seja, a minha DR a dada altura calou-se, sem qualquer sinal de bateria, e a Montesa do Rui revelava problemas de carburação ou coisa parecida, desligando-se e voltando à vida após muita insistência.
No caso da DR, o problema revelou ser fácil de contormar, ou seja, era um fusível que tinha rebentado. Para minha sorte, tinha um fusível suplente e rapidamente a DR voltou à acção.
No caso do Rui, mexia-se no carburador, dava-se ao kick com insistência e por vezes resultava.

Apesar dos percalços técnicos, reinava a boa disposição e vontade de continuar em frente.
O Rui e o Nelson estavam a ser excelentes companheiros de passeio.

O Rui andou a ver qual o melhor caminho a seguir:
